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Big Data na saúde e a revolução no gerenciamento dos processos de clínicas e hospitais

12 janeiro, 2024 9 min de leitura Autor: Wendel Soares

big data na saúde

O uso de aplicações de Big Data na saúde tem sido um ponto transformador no setor, devido à sua possibilidade de otimizar a coleta, análise e tratamento das informações. Afinal, em um segmento onde a excelência precisa se alinhar com um atendimento rápido e eficaz, a tecnologia se faz necessária, não é mesmo?

De acordo com dados da GlobeNewswire, a expectativa é que até 2030 a utilização do Big Data na saúde movimente um mercado de mais de US$105 bilhões. Ou seja, ele trará ainda mais potencial de otimização, por exemplo, de uma ferramenta BPMS e se tornará essencial para hospitais e clínicas que buscam reduzir custos e se tornar referência.

Acompanhe o conteúdo exclusivo que o Holmes preparou sobre o assunto e entenda mais os benefícios de usar o Big Data na saúde. Boa leitura!

Afinal, o que é o Big Data?

Antes de explicar o Big Data na saúde e como ele pode contribuir para uma administração hospitalar mais eficiente, vamos entender o que o caracteriza. De modo geral, Big Data é um termo que descreve conjuntos de dados extremamente grandes e complexos. Geralmente, eles não podem ser facilmente processados ou gerenciados por meio de métodos tradicionais.

Por exemplo, podemos pensar em um hospital ou clínica que precisa gerenciar um número muito grande de pacientes, medicamentos, aquisições, colaboradores ou prontuários. Afinal, como organizar de modo recorrente esses dados, acessá-los e mantê-los em uma base assertiva, confiável e com constante atualização?

3 V’s do Big Data

Dentro do conceito do Big Data, os dados se caracterizam por sua variedade, velocidade e volume. Em resumo, a variedade refere-se à diversidade de fontes de dados, que podem incluir informações estruturadas (como bancos de dados tradicionais), dados não estruturados (como textos, imagens, vídeos) e dados semiestruturados (como documentos XML). Por sua vez, a velocidade diz respeito à velocidade com que os dados são gerados e precisam ser processados em tempo real. Já o volume refere-se à quantidade massiva de dados que são coletados e armazenados.

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Big Data na saúde: entenda melhor essa relação

Ao entender o conceito básico, é possível que você já tenha associado o uso do Big Data na saúde para fornecer insights valiosos e informações úteis. Isso porque as técnicas de análise de big data permitem identificar padrões, tendências e correlações ocultas nos dados, o que pode ser utilizado para tomar decisões mais informadas e estratégicas.

Além disso, para lidar com o Big Data na saúde, utiliza-se tecnologias e ferramentas específicas. Por exemplo, sistemas de armazenamento distribuído, processamento paralelo, algoritmos de análise avançada e inteligência artificial, que garantem, neste caso, a automação hospitalar.

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Principais benefícios em usar o Big Data no setor da saúde

O uso do Big Data na saúde é amplo e consegue abranger diversas áreas. Por exemplo, o marketing, atendimento, administração de documentos, finanças, logística, entre outras. A seguir, apresentaremos de modo prático como isso acontece. Continue a leitura.

Gestão de recursos

Primeiramente, o uso do Big Data na saúde desempenha um recurso essencial para a gestão de recursos. Isso porque ele é capaz de auxiliar no monitoramento de pedidos, estoque, aquisições, análise de custos e faturamentos e até mesmo na gestão de pessoal.

Dessa forma, é possível que se acompanhe toda a situação financeira e fiscal do hospital ou clínica de modo a realizar planejamento mais assertivos e garantir o uso correto dos recursos. Além disso, ele é capaz de identificar as necessidades de pessoal em diferentes horários e locais, de modo a reduzir a carga excessiva de trabalho e otimizar a eficiência operacional na gestão hospitalar.

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Big Data na saúde e a melhoria no atendimento ao usuário

Um dos maiores desafios para a área da saúde no Brasil é garantir um atendimento pontual, com qualidade e que consiga alinhar tratamentos e serviços de acordo com as necessidades de cada paciente. Para isso, é necessário um conhecimento mais detalhado e amplo do histórico do usuário, não concorda?

Pois o Big Data na saúde pode utilizar do TI hospitalar para reunir e organizar prontuários eletrônicos, de modo a agilizar o acesso do profissional aos dados do paciente e permitir uma avaliação individualizada. Além disso, ele também pode armazenar dados em tempo real sobre o estado de saúde do paciente, com alertas e notificações e até mesmo feedbacks para identificar possíveis melhorias.

Por fim, o Big Data favorece a identificação de tendências, fatores de riscos ou padrões dos pacientes. A partir disso, é possível estabelecer normas e programas preventivos de saúde, de modo a prever e prevenir doenças.

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Gestão de documentos

O uso do big data na gestão de documentos na saúde pode ajudar a organizar, analisar e extrair insights valiosos de todas as informações recebidas. Em resumo, além dos pontos que relacionamos acima, é possível utilizar a inteligência artificial em hospitais de modo a automatizar tarefas como a indexação de documentos, reconhecimento de padrões em exames de imagem e detecção de anomalias em registros médicos.

Outro ponto favorável é o fato de ser possível ter toda a documentação em uma plataforma convergente, com diferentes níveis de acesso e integração entre os diferentes setores. Dessa forma, é possível agilizar processos de aprovação, consultas de prontuários ou mesmo acompanhar em tempo real o quadro clínico de um paciente ou a frequência da medicação necessária.

Análise epidemiológica através do Big Data na saúde

Outro aspecto que torna o Big Data na saúde importante é o fato dele contribuir para a vigilância e monitoramento de doenças. Por exemplo, quando acontece uma coleta e/ou análise de um grande volume de dados de uma base.

A partir disso, torna-se possível identificar com maior facilidade desde fatores de risco e padrões de epidemias ou doenças até apurar dados demográficos, ambientais e socioeconômicos de seus pacientes.

Em um contexto maior, isso permite que se avalie intervenções e políticas de saúde pública. Já para o seu hospital ou clínica, facilita a compreensão do melhor método de comunicação ou divulgação dos seus serviços, assim como na otimização das diferentes especialidades oferecidas.

Embasamento para pesquisas e descoberta de medicamentos

Por último, um benefício importante no uso do Big Data na saúde se refere ao fato de que ele permite uma análise de dados clínicos muito mais confiável. Em outras palavras, as informações podem embasar estudos clínicos, produção e descoberta de novos medicamentos ou tratamentos além de monitorar a evolução de melhora nos pacientes.

Em resumo, seu uso contribuiu para a evolução constante da medicina e, ao mesmo tempo, na avaliação dos resultados no atendimento hospitalar ou clínico.

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Big Data na saúde e o uso de uma ferramenta BPMS

Usar uma ferramenta BPMS (Business Process Management Suite) em conjunto com 

Big Data na área da saúde pode oferecer diversas vantagens. A seguir, relacionamos os principais benefícios.

Automação de processos

Um BPMS permite a automação de processos de saúde, como triagem de pacientes, agendamento de consultas e faturamento. Dessa forma, ao integrar análises de Big Data, o BPMS pode tomar decisões baseadas em dados e automatizar tarefas com base em insights em tempo real, melhorando a eficiência e reduzindo o esforço manual.

Melhor tomada de decisões

O Big Data na saúde pode analisar grandes volumes de dados de saúde. Por exemplo, a inclusão nos registros de pacientes, histórico médico e resultados de tratamentos. 

Em resumo, ao integrar esses dados com um BPMS, os profissionais de saúde podem tomar decisões mais informadas, identificar padrões e prever resultados. Ou seja, possui recursos que levam a melhores cuidados aos pacientes e planos de tratamento.

Experiência aprimorada do paciente

Ao aproveitar o Big Data e um BPMS, os profissionais de saúde podem personalizar as experiências dos pacientes. Isso porque essa combinação permite personalização e atendimento individualizado, o que resulta em maior satisfação e envolvimento do paciente.

Otimização de recursos

Ao analisar dados sobre fluxo de pacientes, utilização de recursos e eficiência operacional, um BPMS pode identificar gargalos, prever a demanda e otimizar a alocação de recursos, levando a uma economia de custos.

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Melhoria da qualidade via Big Data na saúde

A integração da análise de big data com um BPMS permite a melhoria contínua da qualidade na área da saúde. Ao monitorar e analisar dados sobre resultados clínicos, incidentes de segurança do paciente e adesão a protocolos, as organizações de saúde podem identificar áreas de melhoria, implementar ações corretivas e medir o impacto das iniciativas de qualidade.

A melhor ferramenta BPMS está no Holmes!

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